sábado, 7 de agosto de 2010

Grande XI de Agosto

Well, estou chegando ao fim de uma gestão no Centro Acadêmico. Vale à pena, sabe.... Abdicar um pouco das minhas coisas para fazer coisas pelos alunos.

Ano passado, antes de entrar para a política acadêmica, pensei bastante. E o que me motivou foi que o XI de Agosto é um micro governo. E lá, as instituições não estão falidas. Seu projeto não enfrentará resistência de grupos da cúpula. Lá você pode promover política de maneira limpa.

O grupo que encontrei na gestão foi aquele que recebeu minhas idéias de braços abertos, sem manipulação e com companherismo. uma gestão que já vinha há algum tempo mostrando que fez o bem pela faculdade. Que fez de maneira idônea. Limpa. Honesta.

Ao elaborar a carta programa vimos que precisávamos discutir o PÚBLICO. A faculdade carecia dessa discussão. Entrei com um projeto. Núcleo de Estudos Políticos. A princípio, deveria estar a cuidados da coordenadoria Político Social. Éramos três.

Marcamos inúmeras reuniões com especialistas para conseguirmos fazer uma programação que pudesse da melhor maneira explicar o que a faculdade nunca dá muita atenção - as políticas públicas. Era um assunto que nós (meros calouros!!) também não tinhamos especialidade.

Depois de dias de chuva, sol, calor, em plenas férias de janeiro, correndo São Paulo atrás de um programa de estudo qualificado para apresentarmos aos franciscanos, conseguimos elaborar um calendário muito bom.

As tres primeiras reuniões deram super certo.

Porém, via que não estávamos formando um grupo fixo. Mas sabia que uma hora isso ia mudar. Achei que havia pessoas interessadas a mergulhar nesse universo público. Achei que a própria gestão iria se interessar, afinal, discutimos isso por horas. Não houve uma reunião sequer em que alguém aparecesse. Eu pedi, eu falei sobre o NEP nas reuniões. É um projeto da gestão. Ao contrário de muitos, eu não me separei da gestão, eu queria continuar com ela, eu gosto das pessoas, e precisava da ajuda delas. Não adiantou um dia em que eu desesperada pedi pra alguém me ajudar a achar o datashow! Ninguém se mexeu!!!! Ninguéeem! A professora da USP leste ficou puta cmg, pois ela teve que mostrar seus slides num laptop pra 15 pessoas.

Bem, chegaram as férias de julho. Sim, pensei: agora temos tempo para nos reunir e aprontar um projeto concreto do NEP. Mandei inúmeros emails para nosso egroup. Foi como falar a mim mesma. Disse pras pessoas na "salinha": o Nep vai acabar. Lá, me disseram que estavam acompanhando os emails. Mas por que não respondem? Por que não dão sugestões ao que falei nos email??? Será que o projeto é tão meu que os emails eu tenho que mandar e eu mesma responder????

Enfim, na verdade, nas reuniões foram muitos alunos independentes que apreciam demais a idéia, mas estes, que demonstraram muito interesse, não deram alguma satisfação. Os próprios franciscanos que reclamam não ter discussão política nas arcadas, não se comprometem quando há uma oportunidade.

Depois de marcar duas reuniões em dias e horários diferentes para o segundo semestre, vendo que apenas uma pessoa apareceu (uma que não havia ido a nenhuma reunião, pois não pode, mas disse que ia nessa e foi), resolvi dar andamento ao projeto. Não ao núcleo de estudos, pois este não se forma com um único integrante.

Mas eu realmente quero estudar o Público e farei isso sozinha, ou com quem mais quiser aparecer.

Ainda teria muita força pra marcar mais reuniões, eventos, fazer tudo acontecer. Mas nada mais me entristece mais do que ver a indiferença.

Penso que talvez tenha sido porque não pude ser 100% XI de agosto. Realmente, creio que as pessoas deviam entender isso. Todo o dinheiro que eu ganho é por causa do meu trabalho. Não sou sustentada por ninguém. Tenho outras pendências que não o XI de agosto. Mas parece que uma punição por não estar sempre presente, é deixar que eu me vire sozinha com os projetos.

Teria mais a dizer, mas.... isso é suficiente.

Continuo nessa gestão, porque apesar dessas tristezas pessoais, vejo que todo mundo faz um trabalho de qualidade e honesto. Continuo admirando os eventos que realizamos, as pessoas que trazemos e muitas outras coisas. Todas de grande qualidade e peso. Aprendi muito nesse grupo, nesse XI.

Mas não posso deixar de expor minha indignação.

Enfim..... vivendo e aprendendo....

terça-feira, 13 de abril de 2010

É de cair o queixo!!

FOlha de SP, 06/04/2010

A vingança de Maluf


RODRIGO DE GRANDIS, SILVIO MARQUES e PEDRO BARBOSA
O Ministério Público é a voz da sociedade; a "Lei Maluf" só interessa a quem não quer um Ministério Público atuante e independente



EM QUALQUER ESTADO que se diz Democrático e de Direito, a lei deve expressar a vontade do povo e atingir o bem de todos, sem qualquer distinção. O comando normativo que busca satisfazer o interesse particular de determinada pessoa ou grupo de pessoas transforma-se em mera manifestação egoística, imoral e, assim, inconstitucional.

A advertência soa oportuna em virtude do projeto de lei n. 265/2007, de autoria do deputado federal Paulo Maluf, que, a pretexto de "garantir o uso responsável" das ações civis públicas, de improbidade administrativa e das ações populares, ostenta a indisfarçável finalidade de amordaçar a atuação do Ministério Público na proteção da coisa pública e dos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade administrativas. Em suma, objetiva alcançar, pela via do abuso de poder de legislar, a vingança privada.

Sim, a vingança privada, pois, como é de conhecimento público, Paulo Maluf e seus familiares encontram-se atualmente processados pelo Ministério Público pela prática de crimes contra a administração pública, "lavagem" de dinheiro, evasão de divisas, formação de quadrilha e pela perpetração de atos de improbidade administrativa.

Tais processos foram promovidos pelos signatários no exercício legal e regular de suas funções, após anos de investigação, em cujo contexto produziu-se inabalável conjunto de provas. Dezenas de pessoas foram ouvidas. Milhares de documentos bancários e fiscais foram examinados. Autoridades estrangeiras cooperaram com o Ministério Público brasileiro, que, ao final, pôde concluir: Maluf foi o beneficiário final de um grande esquema de desvio de recursos do município de São Paulo, que movimentou nos Estados Unidos, Suíça, França, Luxemburgo, Inglaterra e Ilha de Jersey mais de US$ 250.000.000,00.

Por conta dos crimes cometidos, Paulo Maluf foi preso preventivamente em 2005, permanecendo encarcerado em companhia de seu filho Flávio Maluf por mais de 40 dias.
Aliás, em tema de prisão, cumpre relembrar que o ex-prefeito e seu filho passaram a compor recentemente a lista de "procurados" da Interpol, por força de ordens de prisão emitidas pela Justiça de Nova York, em processo criminal legítimo que contou com provas obtidas a partir da investigação brasileira.

O texto da chamada "Lei Maluf" ou "Lei da Mordaça" está recheado de termos subjetivos, vagos, que proporcionarão interpretação segundo as conveniências ou inconveniências do momento e do sabor das circunstâncias. Fala-se, por exemplo, que o autor da ação popular ou da ação de improbidade administrativa será condenado nas custas dos processos e em honorários periciais e advocatícios, bem como em "danos materiais, morais ou à imagem que houver provocado", quando a ação vier a ser considerada "temerária, se comprovada má-fé, finalidade de promoção pessoal ou perseguição política".

A proposta do ex-prefeito paulistano chega a criar um "crime" no texto da Lei 8.429/92 (!), punindo com pena de detenção de 6 a 10 meses, além de multa, a representação por ato de improbidade ou a propositura de ação contra agente público ou terceiro beneficiário, quando o autor o sabe inocente ou "pratica o ato de maneira temerária".

Não bastassem todos os defeitos, o projeto de lei surge como medida desnecessária, revelando, dessa forma, o seu real propósito: a vingança. Deveras, o Brasil já tem todo um conjunto de normas que responsabilizam a atuação ilegal dos membros do Ministério Público. No plano interno, submetem-se às Corregedorias e ao Conselho Nacional do Ministério Público. No plano externo, todas as suas ações são examinadas pelo Poder Judiciário, podendo responder civilmente quando, no exercício de suas funções, procederem com dolo ou fraude.
Assim, promotores e procuradores da República têm cumprido o seu papel, e o Brasil já possui ferramentas para punir profissionais que não se pautam pelas normas jurídicas. O que não se pode admitir é a subversão do poder de legislar para atender interesses particulares daqueles que pretendem converter um repentino surto de moralismo em refúgio.

O Ministério Público é a voz da sociedade perante o Judiciário. Amordaçando um, cala-se a outra. A "Lei Maluf" só interessa àqueles que não querem um Ministério Público atuante e independente, como determina a Constituição brasileira.



RODRIGO DE GRANDIS, 33, é procurador da República em São Paulo;
SILVIO MARQUES, 44, é promotor de Justiça (SP), mestre e doutor em direito (PUC-SP);° PEDRO BARBOSA , 45, é procurador-regional da República.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Hoje... um dia.... um pouco desgostoso, mas ao mesmo tempo me sentia disposta.

Hora do almoço. Me deu uma vontade de comer uma bala de menta. Sentir o gosto que percebi há muito tempo nao sentir.... escritório tumultuado. Visita de pessoas chatas perguntando coisas babacas.  Seminário de Sociologia Jurídica. Atrasei, peguei onibus correndo. Cheguei a tempo, mas não consegui comprar a bala. Ou seja la o que for que tenha gosto de menta. já tinha até esquecido. Esqueci também de ligar para um professor da Unicamp. Corri pro C.A e liguei. Ele confirmou que viria ao encontro do núcleo de estudos.UFA! Mesmo assim, ainda esperava que me ligassem.... Entro no elevador com um amigo e um faxineiro da faculdade. Este último, inesperadamente, superando qualquer expectativa, me oferece um chiclete. Mas não foi assim: "QUer um chiclete?" ....ele simplesmente tirou o trident e colocou na minha frente, como se me conhecesse já. Eu fiquei muito agradecida. Consegui matar minha vontade! De uma maneira inesperada. Agradeço pela gentileza dele. o que o motivou? talvez a simples bondade.

São esses acontecimentos que me fazem acreditar que ainda tem gente com valores, respeito, humildade, gentileza. 

Ganhei meu dia.




quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

I think you understand...

sábado, 16 de janeiro de 2010

Death: philosophical perspective

Seguem anotações sobre uma aula muito boa sobre a Morte e suas perspectivas filosóficas ministradas por Clóvis de Barros Filho.

Homem busca a salvação. Salvação Filosófica não tem nada a ver com Deus. Seria o homem salvando a si mesmo de suas angústias, medos (medo da morte).

Para Platão "Filosofar é aprender a morrer". Mas como, se só se morre uma vez? Veja, para platão a vida, o nascimento é o aprisionamento da alma pelo corpo. Morrer seria a libertação da alma. O corpo perece, a alma se liberta. (Sócrates tomou a cicuta. Acreditava exatamente nisso.)
Aprender a morrer seria deixar ser regido pela alma. Haveria aí certos valores que independeriam de qualquer prazer ou situação da vida imbutidos na alma que te rege.

Heidegger: morte é um vazio ontológico, um vazio de ser. A morte não É, uma vez que representa a finitude, o fim da vida. QUando ela É, a vida já deixou de ser, não há encontro com a morte.
Assim como para Epicuro, a morte é um fim, portanto enaltece que todos os prazeres devem ser aproveitados na vida!

Montaigne: Filosofar é aprender a se despedir de cada instante irrecuperável da vida. Seria a gestão da escassez dos instantes existenciais. E é no último suspiro que nós nos despimos de toda a identidade que construimos para o mundo durante a vida, é nesse momento que temos a oportunidade de julgar todo o passado vivido, é quando podemos nos encontrar conosco sem máscaras, genuinamente, puramente. O ápice do julgamento da vida.

Para Espinosa: a morte está presente na vida a cada instante de tristeza e de desgaste pelo qual o mundo nos apequena. As doenças são doenças, mas a pouca potência de agir, a faltad e energia, ou seja, a tristeza e a pouca disposição para existência podem estar por trás da doença que causa morte.
Espinosa acredita que somos finitos e morremos para garantir a sobrevivência eterna do Deus que é o Universo, do qual nós somos parte, assim como nossas células (partes) morrem a cada instante para permitir que "seu Senhor" (você) possa sobreviver.


Achei bom colocar um pouco de conhecimento filosófico aqui. Dps falo sobre a aula dele sobre liberdade!!

Beijos




sexta-feira, 25 de dezembro de 2009


Quando eu quero falar com Deus, eu apenas falo
Quando eu quero falar com Deus, às vezes me calo
E elevo o meu pensamento, peço ajuda no meu sofrimento
Ele é pai, Ele escuta o que pede o meu coração
Quantas vezes falando com Deus, desabafo e choro
E alívio pro meu coração eu a Ele imploro
E então sinto a Sua presença, Seu amor, Sua luz tão intensa
Que ilumina o meu rosto e me alegra em minha oração

Quanta paz, quanta luz
Deus nos ouve, nos mostra o caminho que a ele conduz
Deus é pai, Deus é luz
Deus nos fala que a Ele se chega seguindo Jesus

É tão lindo falar com Deus, em qualquer momento
Deus que vê uma folha que cai e é levada ao vento
Não existe onde ele não esteja e Ele pode escutar nossa voz
Deus no Céu, Deus na terra, onde esteja, está dentro de nós

Quanta paz, quanta luz
Deus nos ouve, nos mostra o caminho que a ele conduz
Deus é pai, Deus é luz
Deus nos fala que a Ele se chega seguindo Jesus

Quanta paz, quanta luz
Deus nos ouve, nos mostra o caminho que a ele conduz
Deus é pai, Deus é luz
Deus nos fala que a Ele se chega seguindo Jesus

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Essa é a letra de musica perfeita pra mim nesse momento!( a historinha nao tem nada a ver com a musica, mas ok, é divertido! ha)




If you let me take your heart I will prove to you,
We will never eb apart if I’m part of you,
Open up your eyes now tell me what you see,
It is no surprise now what you see is me.
Big and black the clouds may be time will pass away,
If you put your trust in me I’ll make bright your day.
Look into these eyes, tell me what you see,
Don’t you realize now what you see is me.
Tell me what you see.
Listen to me one more time how can I get through,
Can’t you try to see that I’m trying to get to you,
Open up your eyes now tell me what you see,
It is no surprise now what you see is me.
Tell me what you see.
Listen to me one more time how can I get through,
Listen to me one more time how can I get through,
Open up your eyes now tell me what you see,
It is no surprise now what you see is me.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Do Jornalismo que vi por aí

Escrevo rápido, mas não pude deixar de escrever.
Vendo as notícias de hoje no uol cliquei numa notícia do EL PAÍS e me dei de cara com a maior e descarada parcialidade que já vi em uma até hoje. Bastou ler o primeiro parágrafo.

Pesquisei no site original (em Espanhol) pra ver se houve algum improvável engano de tradução e vi que a notícia é de um blog (que permite tomadas de posição a respeito dos assuntos), mas que o jornal publicou como notícia mesmo, no campo INTERNACIONAL.

Aqui está a notícia em Português.



E eu, depois disso, me pergunto o que será do Jornalismo agora que não se exige mais um diploma.... será desse jeito, talvez...



Até mais...

domingo, 8 de novembro de 2009

Oi,

finalmente arranjei tempo pra olhar as notícias que o mundo me trazia e aqui passo a voces 4 das mais interessantíssimas!

Have Fun!

Revista Mente e Cérebro
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/homens_sao_exigentes_na_escolha_amorosa.html

Revista Saúde

New York Times

New York Times
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2009/10/27/ult574u9768.jhtm


E, por último, foi constatado que a Beyoncée tem celulite! Que absurdo, não? Afinal, pessoas como ela não só não podem ter celulite, como também mau-humor, doenças, defeitos, erros, e muito menos, sentimentos. Afinal, o que são as celebridades? Pessoas?
Entitulamo-nas superiores a qqer ser humano, sem saber que não são nada mais e nada menos que nós. Portanto, para que montar tal reportagem:
http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1368347-9798,00-BEYONCE+EXIBE+AS+PERNAS+E+CELULITE.html

Será que são as celebridades que impõem o uso de photoshop nas sus fotos? Será que para os meios de comunicação o photoshop não é instrumento para estimular a venda de seus produtos?

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Do Tempo e do suicídio

Duas coisas me vieram na cabeça:
Sobre o tempo, o fato de que infelizmente vivemos muito pouco pra poder testemunhar o avanço da história da humanidade. Quantos de nós não gostaria de presenciar o rumo que o mundo irá tomar daqui a 1000 anos? Nós e nossa época teremos, para os homens do futuro, costumes anacronicos, nem um pouco modernos, um modo de vida muito complexo, complicado e ineficiente... por que, afinal? O que ocorrerá até lá? Será que poderemos instantaneamente transcrever nossos pensamentos numa folha sem precisar de teclados? Como vamos nos virar sem certos recursos naturais? O que será dos nossos resquícios, ou seja, dos nossos livros, nossas construções, nossas tecnologias.... o que resultará dessa globalização? E da democracia? Quantos países ficarão debaixo d'agua como consequencia do aquecimento global?
QUais dos nossos hábitos serão motivo de estranheza? Ora, as pessoas que viveram em 1009 não tinham o hábito de escovar os dentes! O que pra os de 3009 será tão essencial como é para nós escovar os dentes?
Será que a lua será habitada? A terra ainda abrigará essa corja de homens que só a fere?
Vixi, o pensamento vai longe....e como eu gostaria de estar aqui pra ver! haha


A outra coisa é que, ouvindo uma aula do prof. Clóvis de Barros filho, sobre suicídio em Durkheim, refleti sobre os meus sentimentos em relação a certa situação.
Ele diz que quando estamos numa fase de transição, como por exemplo, acabamos de sair do colégio, mas ainda não estamos em nenhuma faculdade, não trabalhamos, sentimos não pertencer a nenhum círculo social, o que cria um desespero, uma falta de perspectiva do caminho que nossa vida pode seguir. Somente estamos no cursinho, ou, alguns, nem isso. Cheguei a ter esse sentimento de indecisão, tristeza, no ano passado.

Isso leva algumas pessoas à depressão e até ao suicídio. Claro que isso não passou pela minha cabeça, mas agora que estou na facul, por mais compromissos e responsabilidades que tenha, sinto um alívio imenso que ano passado não habitava em mim. Deve ser por isso: estou num círculo social. Sei que agora estou seguindo um caminho.


A você que está estudando para entrar na faculdade que quer: não se deixe levar por aquele sentimento. Não há satisfaçao maior do que a de conquista.


Persista!

***

É isso... esses foram meus últimos devaneios!

Beijos pra vc

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

!!!!Peruada é Política!!!

Hoje tem marmelada? Tem sim senhor! E o palhaço quem é? É o povo
brasileiro, que entre imposto, taxa e penhor, sustenta, do Senador ao
Governador, mais de uma família inteira.

Meu peru, pobre coitado, só quer deixar o seu recado, e pede um pouco de
vossa atenção para, nas ruas de São Paulo, ensinar sua lição; Mas, coitado, é
julgado, dito culpado, por corrupção.

Aqui não tem ato secreto, é tudo mostrado e explicitado, pelo meu peru
indiscreto. Não há grampo, escuta ou editorial, gripe suína ou outro
mal, que impeça o peru de pular seu carnaval. Com os alunos da Velha
Academia há mais de um século comanda sua folia. Rir para corrigir os
costumes, eis o lema de sua alegria!

Mas agora aparecem com uma série de acusações, dizem que têm provas:
várias gravações. Mas para quem já viu ambulância sanguessuga, anões
do orçamento, falso pregador, o que tem demais um cargo pro meu
parente do interior?

E NEM assim ele se dá por vencido, meu peru agora é olímpico. Nessa
manifestação político-etilico-circence ele sabe que é o rei. Afinal, pro meu
peru não existe lei, ele é parente do Sarney.

PERUADA 2009

GRITO DO PERU: QUARTA, 14/08 às XIh08

PERUADA (Concentração): SEXTA 16/08 às 9h30 da manhã

Informações e ingressos no CA XI de Agosto: 3111 4082/ 3034 5496

domingo, 4 de outubro de 2009

Mensagens esparsas


Ai, se os pensamentos que viessem durante a minha corrida pudessem de alguma forma serem transcritos!!! Simplesmente ocorre uma reflexão tão profunda, às vezes um desabafo que de alguma forma, gostaria de guardar pra mim, escrito. É tão bom, tão natural!
E Não adianta tentar pois agora já não lembro mais e se eu tentar escrever terei muit raiva de não saber como heheeh


***

"Mexe com minha estrutura, sara todas as feridas..... faz um milagre em mim!"


***
A minha mamis:

"When i find myself in times of trouble
Mother mary comes to me
Speaking words of wisdom, let it be.
And in my hour of darkness
She is standing right in front of me
Speaking words of wisdom, let it be.

And when the night is cloudy,
There is still a light that shines on me,
Shine on until tomorrow, let it be.
I wake up to the sound of music
Mother mary comes to me
Speaking words of wisdom, let it be.

***
Ainda bem que nunca estaremos perto de saber tudo de tudo, pois prazerosa é a sensação da descoberta do conhecimento, a sensação de evolução.

***

Tanta coisa pra flar, mas as vezes as coisas não vêm na minha cabeça, talvez........algumas vontades reprimidas, umas satisfações, uns sentimentos de alegria e evolução.... as coisas estão evoluindo.... paulatinamente (pra num dizer devagar demais pra um tempo que não espera), mas o que importa é esse sentimento de pequenas conquistas.
Bem,
Vou voltar à análise do meu texto do Fukuyama. Depois a gnt se encontra. See ya